• Paula Mai

Projeto-piloto dos pontos de oxigenoterapia terá início pelas UPAs

Inicialmente a ideia era começar com dez pontos no prédio do CAPS, mas no momento de estruturar o espaço foi optado pelas unidades de pronto atendimento para agilizar o início dos trabalhos

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) decidiu iniciar o projeto-piloto dos pontos de oxigênio pelas UPAs Brasília e Veneza. Inicialmente a ideia era começar com dez pontos no prédio do CAPS, mas no momento de estruturar o espaço físico foi optado pelas unidades de pronto atendimento para agilizar o início dos trabalhos. O projeto é mais uma arma no enfrentamento à Covid-19.

De acordo com o secretário de Saúde, Miroslau Bailak, está sendo providenciada uma extensão do tanque de oxigênio líquido, inicialmente com 16 pontos na UPA Brasília e 15 na UPA Veneza.

No momento já existem pacientes em atendimentos com oxigenoterapia, além das UPAs, também no PAID”, diz Bailak. Após fase de teste com o projeto-piloto, a ideia é criar pontos de apoio em diferentes regiões da cidade.

O secretário ressalta que trata-se de um ponto de apoio para que o paciente não necessite de internamento. “É um ponto de apoio e a gente pretende dar um suporte para aqueles pacientes que já começaram com insuficiência respiratória, no início da chamada fase dois, quando começam com uma leve uma pneumonia. Eles podem, com esse suporte, sair da crise terrível sem necessitar um leito de hospital de UTI”, destaca o secretário.

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