• Paula Mai

Mais de 600 vistorias e abordagens foram realizadas durante a semana

Fiscalização teve como foco principal verificar o cumprimento do Decreto Estadual nº 7020, instituído como mais uma medida de enfrentamento à Covid-19

“Estamos empenhados na redução de danos,” reafirma o prefeito Leonaldo Paranhos, após sete dias ininterruptos da Força-tarefa desencadeada pelo município de Cascavel para conter a disseminação do coronavírus.

As ações foram desencadeadas na última segunda-feira (8) em cumprimento ao decreto de emergência nº 7020 do governo do Paraná.

Pode-se constatar até aqui a adesão de grande parte dos comerciantes, quanto a responsabilidade para ajudar frear a proliferação da covid-19.

Foram realizadas 635 vistorias e abordagens em comércios e espaços públicos. O plano de ação envolveu diretamente 80 servidores de secretarias e autarquias municipais, e ainda 35 funcionários públicos de forma indireta, com serviços de apoio operacional.

Grandes redes mercados e mercearias receberam orientações com foco na diminuição da circulação e aglomeração de pessoas.

Restaurantes, bares e lanchonetes também foram vistoriados sobre a necessidade redução nas reservas de mesas, delivery, drive-thru e take away (retirada no balcão), e a restrição da venda de bebida alcoólica após às 20 horas no fim de semana.

“A grande maioria respeita às normas para evitar a disseminação do coronavírus. Com o passar dos dias da operação, conseguimos verificar a receptividade e a colaboração do comerciante e do empresário cascavelense. Não há outro caminho a não ser salvar vidas enquanto não temos vacina para todos”, comenta a Hivonete Piccoli, secretária de Desenvolvimento Econômico.

Parquinhos, praças e parques tiveram entradas isoladas, no entanto algumas faixas foram rompidas pela população.

O chefe de Gabinete, Thiago Stefanello, lembra que nada adianta abrir novos leitos se não houver conscientização. “Você abre novos leitos e eles enchem imediatamente.” Ele reafirma que a melhor atitude é a proteção individual, medidas de distanciamento social, pois ainda se sabe pouco sobre a variante P1 que agora atinge jovens.

O objetivo das ações não era punitivo, mas sim de orientação. “Acreditamos que o melhor caminho é a orientação e a informação,” observa Hivonete.

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