• Luiz da Cruz

Médico Infectologista orienta sobre os cuidados ao tossir ou espirrar com a máscara


Espirrar ou tossir fazem parte da natureza humana, seja provocada por alergias ou simplesmente para expelir algo rejeitado pelo organismo. Para isso, barreiras mecânicas são extremamente necessárias para evitar que gotículas sejam expelidas pelo ar e contaminando outras pessoas.

Antes mesmo da pandemia causada pela Covid-19, a barreira mais recomendada pelos especialistas era a utilização do antebraço para cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar. Agora, a máscara traz não só uma proteção a mais, mas como uma obrigação de todos para evitar que o novo coronavírus venha infectar mais pessoas.

O médico infectologista do Centro de Doenças Infecto-Parasitárias (CEDIP) da Secretaria de Saúde de Cascavel, Dr. Roberto Ferreira Oizumi, repassa alguma dicas sobre como proceder em caso de tosse ou espirro, mesmo diante da máscara utilizada pelo cidadão.

“A pessoa não deve retirar a máscara para tossir ou espirrar, nem para falar. É justamente nesses momentos que ela é mais importante”, orienta Dr. Roberto.

Após tossir ou espirrar a pessoa deve trocar a máscara, se ela estiver úmida, caso contrário deverá continuar com a mesma máscara.

“A lavagem das mãos com água e sabão ou a higienização com álcool gel em relação ao coronavírus são equivalentes; não há superioridade entre um e outro. Depois de tossir ou espirrar, as pessoas devem lavar ou higienizar as mãos”, destaca o médico infectologista.

Outra recomendação é evitar ficar manuseando a máscara, isso compromete a eficácia do equipamento. Caso seja necessário ajustá-la deve-se higienizar as mãos antes e após.

Em locais públicos, as conversas devem ser feitas com o distanciamento social e com a utilização das máscaras.

“É muito importante neste momento que as pessoas não se descuidem das medidas de distanciamento social, higiene das mãos, uso generalizado de máscaras e etiqueta respiratória, pois são estas medidas que estão contendo a propagação da doença em um ritmo mais lento”, explica.

“Com a retomada das atividades a propagação da doença tende a aumentar; portanto, esses cuidados devem se tornar hábitos e não serem esquecidos, caso contrário medidas mais duras poderão ser adotadas”, finalizou Dr. Roberto Ferreira Oizumi.

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